Para defender os direitos dos animais, a passeata vai
destacar as iniciativas que dependem de leis e de órgãos públicos para serem efetivadas.
A ampliação do programa de castração de cães e gatos; unidades móveis de atendimento
veterinário regional; ações educativas
junto às escolas; criação do SAMUVET para atendimento móvel de emergência
animal; e a liberação dos R$ 416 mil já destinados a causa animal.
Também na pauta
de reivindicações, a melhoria na fiscalização e cumprimento de leis de proteção
aos animais já existentes; a criação do selo filantrópico "amigo dos
animais" para empresas e autônomos simpatizantes; rápida intervenção para
casos de maus tratos com animais; descontos fiscais para adotantes de animais
resgatados; e proibição de criadouros clandestinos.
Fabiane Rosa,
do Salva Bicho, fala sobre os motivos da passeata: “Somente com legislação que
defenda os animais, puna com rigor todo tipo de agressão, iniciativas em larga
escala e fiscalização por parte de agentes públicos, é que se pode garantir uma
existência melhor para esses seres indefesos”.
Descaso - Nos três atropelamentos por veículos da Copel, do caminhão de lixo e do Samu, “se os órgãos públicos bancassem o custo do tratamento e orientassem seus
motoristas a prestar socorro de imediato, os funcionários ficariam mais atentos
e menos animais seriam vítimas”, observa Emanuele Guimarães. Avisados por
populares, protetores de ONGs fizeram o resgate e os encaminharam para
tratamento veterinário. Procurados, os órgãos públicos não se sensibilizaram.
Os animais
precisaram de cirurgias em função dos ferimentos. São as ONGs e protetores
independentes que estão pagando as despesas, com a contribuição de algumas
pessoas que se preocupam com os direitos dos animais. O evento será anual,
sempre na semana em que se comemora o dia de São Francisco, tido como o
protetor dos animais.
Todas as fotos são do arquivo Salva Bicho
Todas as fotos são do arquivo Salva Bicho

