De "férias", o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, vai descansar enquanto carrega pedra nas próximas semanas. A partir de amanhã, 5, ele irá coordenar pessoalmente a articulação política das campanhas petistas de Dilma Rousseff à presidência da República e da esposa dele, Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná. O ministro quer andar por todas as regiões do Estado.
Bernardo explica o que planejou: “Nos próximos dias, vou dialogar com lideranças políticas, empresariais e sindicais. Apresentar o plano de governo da Gleisi, que está alinhado com as políticas públicas dos Governos Lula/Dilma, que estão garantindo melhores condições de vida para os paranaenses”.
Segundo o marido de Gleisi, a “incompetência” do governo Beto Richa (PSDB) - como ele classifica, vai contribuir para as campanhas de Dilma e Gleisi deslancharem. “Tem muita promessa não cumprida e incompetência administrativa a serem exploradas. Este é, sem dúvida, o pior governo da história do Paraná”, provoca Bernardo.
As conversas terão endereço certo também na disputa presidencial. O ministro antecipa que vai apontar para um suposto prejuízo ao setor do agronegócio no caso de eleição de Marina Silva (PSB). “O programa de governo da Marina é retrocesso certo para a economia paranaense, que tem raízes fortes no agronegócio. Nosso Estado perderia muito. Vou conversar com os setores do agronegócio e mostrar as diferenças entre as políticas do Fernando Henrique Cardoso, dos governos Lula/Dilma e das propostas da Marina”, diz ele.
