Pseudos muçulmanos que não atuam em nome do Islã e que não representam os seguidores dessa fé em todo o mundo, estão chocando os próprios islamitas, além da população mundial. São os insurgentes do grupo do recém-criado "Estado Islâmico", que controla parte dos territórios de Iraque e Síria. Estão enterrando vivos crianças e mulheres de outras religiões e agora divulgaram um vídeo que supostamente mostra a decapitação do jornalista norte-americano James Foley, que havia desaparecido na Síria há quase dois anos.
A execução foi de um jornalista que tinha ido ao Oriente Médio para cobrir a guerra civil na Síria. Localizado pelo grupo ISIS, que criou o "Estado Islâmico", teve sua vida usada como recado para os norte-americanos. O vídeo "Uma mensagem aos Estados Unidos", foi publicado em sites de mídia social.
Protesto - Governos muçulmanos ou não de países árabes de todo o Oriente Médio, condenam a ação do ISIS de assassinar pessoas de outros credos religiosos e a suposta decapitação do jornalista dos Estados Unidos. Argumentam que atitudes como essas são proibidas severamente pelo Islã no livro Corão, que teria sido escrito pelo profeta Mohammed no sétimo século. Eles também não reconhecem o Estado (país) criado pelo ISIS, grupo que usa da força e extrema violência para instaurar um califado na região.